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Problemas Operacionais em ETE

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Ementa do curso

Conteúdo Programático

Problemas Operacionais em ETE

Detalhes da Turma

Semana 1

Início: 22/04/2025 | Término: 24/04/2025

Semana 2

Início: 28/04/2025 | Término: 30/04/2025

1. Necessidade de limpeza e esgotamento da elevatória. Riscos de acidente de trabalho: métodos de acesso seguro;
2. Comporta de fechamento: riscos inerentes a utilização de bloqueadores;
3. Fixação de comportas: Triturador de material;
4. Liberação de odor.
1. Medição de vazão: tipo de medidores;
2. Remoção de material gradeado; tipo de sistemas utilizados;
3. Liberação de odor;
5. Problemas com excesso de Gordura;
6. Avaliação de cargas tóxicas/inibidoras.
1. Função do equalizador;
2. Avaliação de capacidade com base em picos de vazão de elevatórias, necessidade de hidrômetro para verificar vazão; liberação de odor; formação de lodo.
1. Interrupção do descarte de lodo;
2. Excesso de lodo no reator biológico;
3. Desnitrificação no decantador secundário;
4. Má sedimentabilidade do lodo;
5. Desnitrificação no decantador secundário;
6. Má sedimentabilidade do lodo;
7. Biofloculação – IVL;
8. Floco disperso;
9. Bulking filamentoso;
10. Bulking Viscoso;
11. Inconformidades no decantador;
11. Questões de eficiência energética:
  11.1 Controle de OD no reator; medição on line;
12. Tipos de sopradores e o problema do ruído;
13. Avaliação do sistema de difusão de ar: aumento no custo operacional;
14. Teste de transferência de oxigênio.
1. Perda de biomassa;
2. Deficiência no sistema de aeração;
3. Excesso de óleos e graxa.
1. Função do condicionamento do lodo;
2. Tipos de polímero;
3. Preparação de polímero: Como escolher o polímero adequado (jar-test);
4. Testes da concentração final do polímero;
5. Cuidados técnicos na escolha do preparador de polímero;
6. Otimização no tratamento do lodo:
  6.1 Lise celular: hidrocavitação.
1. Características da biomídia:
1.1 Área Superficial Protegida;
1.2 Tipos de biomídias;
1.3 Condições hidrodinâmicas;
1.4 Desnitrificação no decantador secundário
1.5 Sólidos Totais Aderidos;
1.6 Sistema preliminar;
1.7 Telas e cestos;
2. Sistema de aeração – impactos na mistura do reator/eficiência.

 

1. Cuidados na limpeza química de membranas;
2. Testes de pressão.
1. Odor;
2. Escuma e obstruções;
3. Excesso de lodo;
4. Distribuição do esgoto;
5. Acidificação do reator.
1. Odor em lagoas anaeróbias;
2. Eutrofização em lagoas facultativas e de maturação;
3. Perda de eficiência;
4. Drenagem de lodo.

NOSSA META

OBJETIVO DO CURSO

O curso tem por objetivo oferecer aos seus participantes o panorama do dia a dia de operação de uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), sobretudo, com ênfase aos problemas mais comumente observados. Assim, por meio de uma profunda contextualização, será demonstrando, através de exemplos práticos e reais, os mais diversos problemas que o responsável pelo tratamento de esgotos poderá ter de enfrentar para se obter um efluente que atenda as exigências de lançamento, assim como a base conceitual para compreendê-los e superá-los. Portanto, basicamente o curso capacitará, por meio do desenvolvimento de habilidades e competências inerentes ao ofício, seu participante a interagir com o processo de tratamento, impor os parâmetros operacionais e lidar com as inconformidades que venham a ocorrer. Para tanto, por meio de aulas dialógicas e contextualizadas, mediadas por instrutores com lastro conhecimento na área, amparado por uma ementa abrangente, serão criadas as condições necessárias para atingir aos objetivos aqui dispostos.

15H DE MUITA IMERSÃO

Conheça os Benefícios

Aulas gravadas

365 dias de acesso. Acesse a partir do computador, celular, tablet e outros dispositivos.

Certificado de conclusão

Com base na Lei nº 9.394/96; Decreto nº 5.154/04; Deliberação CEE 14/97 (Indicação CEE 14/97).

Avaliação

Para liberação do Certificado afim de testar seu conhecimento adquirido.

Conteúdo Atualizado

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Instrutores

Conheça nossos Especialistas

Dr. Fábio Campos

Biólogo, Mestre em Engenharia Sanitária pela Escola Politécnica da USP (EPUSP – 2003), Doutor em Ciências pela Faculdade de Saúde Pública da USP (FSP-USP – 2014) e com Pós-Doutorado pela Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP (EACH-USP – 2018). Especialista na área de Tratamento de Águas Residuárias e de Abastecimento, com atuação em partida, operação e monitoramento de estações de tratamento de águas residuárias com foco nas tecnologias de Lodos Ativados (e suas variantes – Alta Taxa, Aeração Prolongado e Convencional; UCT), Processos Anaeróbios (UASB), MBBR/IFAS e Tecnologias Verdes (wetlands construídas, vermifiltro etc..); responsável técnico pelo Laboratório de Saneamento do Departamento de Engenharia Hidráulica e Ambiental da EPUSP, possuindo conhecimento teórico/técnico em análises e ensaios laboratoriais; coordenador da Câmara Setorial de Filtros para Estações de Água, Efluentes e Reúso (CSFETAER); atuação como docente MS3 contratado na Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP (EACH-USP), no curso de Gestão Ambiental (2016-2018); no curso técnico em Meio Ambiente no SENAC (2004-2018), no ensino médio, na disciplina de Biologia (1998-2016).

Dr. Helvécio Sena

Possui Doutorado em Hidráulica - Saneamento Básico pela Universidade de São Paulo (2011). Tem experiência na gestão de processos de tratamento por lodos ativados, digestão anaeróbia e lagoas de tratamento anaeróbias e facultativas, e também na melhoria de processo aplicando a tecnologia MBBR. Possui desenvoltura em simulação numérica de processo de tratamento visando melhorias e utilizando a capacidade plena da unidade, simulação de compostos orgânicos e inorgânicos tóxicos que são enviados ao tratamento, além de experiência nos modelos matemáticos GPS-X e Toxchem+. Realiza avaliação do sistema de tratamento através de análises microbiológicas. Tem larga experiência na avaliação de efluentes industriais visando a tratabilidade do mesmo em lodos ativados. Fez implantações do Sistema de Gestão Ambiental - ISO 14001, coordenando equipes de trabalho operacionais e áreas de apoio. Desenvolveu projeto de implantação desse sistema em sete unidades, das quais três foram certificadas. Possui experiência na implantação do Sistema de Gestão de Qualidade em Laboratórios - ISO 17025, coordenando equipes de trabalho em cinco unidades. Realizou controle de odores em sistemas de tratamento de esgotos, incluindo o sistema de coleta. Também já realizou implantação de sistema de reúso não potável. Possui expertise em pesquisas orientadas ao tratamento de esgotos, aplicando técnicas inovadoras como respirometria, cromatografia gasosa e análises de carbono orgânico.

O que nossos alunos dizem

Curso fantástico, palestrantes, equipe de apoio e participantes em sintonia e com muita experiência, e o melhor, todos dispostos à dividir seus conhecimentos. Muito obrigado pela semana de muito aprendizado.

Marcos Buffo

SABESP

Maravilhoso. É meu segundo curso, mas desta vez tivemos superação, muitas dúvidas sanadas.

Márcio Pereira Barboza

Grupo CRM

Parabéns a todos. Realmente um curso de primeiro mundo. Tenho ao longo dos meus 43 anos de idade de SABESP participado de muitos cursos e treinamentos, inclusive com celebridades da área do saneamento e posso afirmar com toda certeza que vocês estão no mesmo nível e até superam em várias questões os papas. Agradeço imensamente pela consideração e oportunidade. Com certeza vou indicar o curso de vocês aqui na SABESP e fora dela também.

Carlos Preto Cardoso

SABESP

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