Apoiadores:

⏱ CARGA HORÁRIA: 145h

Combo ETA/ETE

Parcele em até 12x de

189

,40

Ou 1831

,31 à vista

Ementa do curso

Conteúdo Programático

Combo ETA/ETE

Detalhes da Turma

Início: | Término:

Parâmetros Analíticos ETA e ETE

1. Histórico do processo;
2. Concepção e componentes do processo de lodos ativados;
3. Microbiologia do processo de lodos ativados;
4. Remoção de matéria orgânica e nutrientes;
5. Parâmetros operacionais: TDH, OD, SSV, Idade do lodo e Relação A/M.
1. Modelação Matemática Simplificada: Principais Parâmetros que governam o Processo;
2. Variantes do Processo de Lodos Ativados.
1. Problemas operacionais:
  1.1 Bulking filamentoso;
  1.2 Floco disperso;
  1.3 Desnitrificação no decantador secundário.

1. Operação do decantador secundário – emprego do modelo de State Point

1. Dimensionamento dos componentes do processo de lodos ativados:

  1.1 Convencional;
  1.2 Aeração Prolongada;
  1.3 Reator em Batelada Sequencial (RBS).

1. Atendimento à Legislação Ambiental e Avaliação do Corpo Receptor (Q7,10)

Parâmetros Analíticos ETA e ETE

Variáveis analíticas aplicadas a ETE’s

1. Contextualização;
2. Parâmetros Analíticos:
  2.1. Temperatura;
  2.2. pH;
  2.4 Alcalinidade;
  2.5. Série de sólidos;
  2.6. Oxigênio dissolvido (OD);
  2.7. Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO);
  2.8. Demanda Química de Oxigênio (DQO);
  2.9. Série nitrogenada:
     2.9.1 Nitrogênio Amoniacal;
2.9.2 Nitrito e Nitrato;
2.9.3 Nitrogênio Total Kjeldhal (NTK)
2.10 Fósforo:
2.10.1 Fósforo orgânico e inorgânico.
2.11 Sulfeto.

Variáveis analíticas aplicadas a ETA’s

1. Contextualização;
2. Parâmetros analíticos:
  2.1 pH;
  2.2 Turbidez;
  2.3 Cor real e aparente;
  2.4 Alcalinidade;
  2.5 Dureza;
  2.6 Cloretos;
  2.7 Ferro e manganês;
  2.8 Cloro;
  2.9 Flúor;
  2.10 Sólidos dissolvidos;
  2.11 Esporos de bactéria aeróbia (EBA);
  2.12 Cianobactérias e Cianotoxinas;
  2.13 Coliformes total e fecal.

Ensaio de Tratabilidade e Portaria GM/SM 888/21

1. Coloides:
  1.1 Propriedades dos coloides;
  1.2 Estabilidade elétrica dos coloides;
2. Coagulação:
  2.1 Definição;
  2.2 Principais coagulantes empregados;
  2.3 Mecanismos de coagulação;
  2.4 Dispositivos hidráulicos e mecânicos para coagulação;
  2.5 Gradiente de velocidade;
3. Floculação;
  3.1 Definição;
  3.2 Tipos de Floculadores;
  3.3 Gradiente de velocidade;
4. Estação de Tratamento de Água (ETA);

  4.1 Concepção da ETA com base no mecanismo de coagulação.

1. Ensaio de Tratabilidade;
  1.2 Equipamento de jar test;
  1.3 Fluxograma do ensaio de jar test;
  1.4 Condições operacionais;
  1.5 Roteiro do ensaio de tratabilidade;
  1.6 Preparo de reagentes e prévias de volumes para o ensaio;
  1.7 Montagem do ensaio de tratabilidade;
  1.8 Avaliação dos resultados;
  1.9 Transposição dos resultados para a ETA;

  1.10 Estudos de caso.

1. Atendimento à Portaria GM/SM 888-2021;
  1.1 Histórico;
  1.2 Responsabilidade Técnica;
  1.3 Exigência de Controle de Qualidade;
  1.4 Exigência de LARS.

Controle de Odores em ETEs e EEE, com ênfase em Sistemas Anaeróbios (UASB)

1. Definição do sistema;
2. Microbiologia do processo anaeróbio;
3. Parâmetro operacionais;
4. Questões operacionais:
  4.1 Retirada de lodo;
  4.2 Monitoramento da alcalinidade e ácidos orgânicos voláteis;
  4.3 Queima do biogás;
  4.4 Geração de gás sulfídrico;
  4.5 Recebimento de lodo de descarte de Lodos Ativados;
  4.6 Formação de escuma;
5. Perda da eficiência:
  5.1 Baixa concentração de lodo no reator;
  5.2 Excesso de lodo no reator;
  5.3 Acidificação do reator;
  5.4 Sobrecarga hidráulica.
1. Concepção da rede de esgotos;
2. Principais compostos odoríferos;
3. Níveis de percepção de odor;
4. Legislação Nacional e Internacional;
5. Métodos de detecção de odor (OU);
6. Riscos à saúde associados a liberação de substâncias odoríferas;
7. A 4ª onda do saneamento e as consequências jurídicas;
8. Autuações judiciais e riscos ao corpo gerencial (crime ambiental);
9. Técnicas de controle de odor utilizando produtos químicos;
10. Riscos associados a manipulação de produtos químicos;
11. Dimensionamento de biofiltro para controle de odor;
12. Exemplos práticos.

Problemas Operacionais em ETE

Elevatória de Esgoto

1. Necessidade de limpeza e esgotamento da elevatória. Riscos de acidente de trabalho: métodos de acesso seguro;
2. Comporta de fechamento: riscos inerentes a utilização de bloqueadores;
3. Fixação de comportas: Triturador de material;
4. Liberação de odor.

Tratamento Preliminar

1. Medição de vazão: tipo de medidores;
2. Remoção de material gradeado; tipo de sistemas utilizados;
3. Liberação de odor;
5. Problemas com excesso de Gordura;
6. Avaliação de cargas tóxicas/inibidoras.

Equalizador

1. Função do equalizador;
2. Avaliação de capacidade com base em picos de vazão de elevatórias, necessidade de hidrômetro para verificar vazão; liberação de odor; formação de lodo.

Arraste de Lodo no Efluente Final

1. Interrupção do descarte de lodo;
2. Excesso de lodo no reator biológico;
3. Desnitrificação no decantador secundário;
4. Má sedimentabilidade do lodo;
5. Desnitrificação no decantador secundário;
6. Má sedimentabilidade do lodo;
7. Biofloculação – IVL;
8. Floco disperso;
9. Bulking filamentoso;
10. Bulking Viscoso;
11. Inconformidades no decantador;

Tanque De Aeração/Decantador

11. Questões de eficiência energética:
  11.1 Controle de OD no reator; medição on line;
12. Tipos de sopradores e o problema do ruído;
13. Avaliação do sistema de difusão de ar: aumento no custo operacional;
14. Teste de transferência de oxigênio.

Operação do Decantador Secundário – Emprego do modelo de SPA

 

Acidificação no reator – Nitrificação

Desenvolvimento de espuma no reator

Perda da eficiência

1. Perda de biomassa;
2. Deficiência no sistema de aeração;
3. Excesso de óleos e graxa.

Desidratação de Lodo

1. Função do condicionamento do lodo;
2. Tipos de polímero;
3. Preparação de polímero: Como escolher o polímero adequado (jar-test);
4. Testes da concentração final do polímero;
5. Cuidados técnicos na escolha do preparador de polímero;
6. Otimização no tratamento do lodo:
  6.1 Lise celular: hidrocavitação.

MBBR

1. Características da biomídia:
1.1 Área Superficial Protegida;
1.2 Tipos de biomídias;
1.3 Condições hidrodinâmicas;
1.4 Desnitrificação no decantador secundário
1.5 Sólidos Totais Aderidos;
1.6 Sistema preliminar;
1.7 Telas e cestos;
2. Sistema de aeração – impactos na mistura do reator/eficiência.

 

MBR

1. Cuidados na limpeza química de membranas;
2. Testes de pressão.

Reator UASB

1. Odor;
2. Escuma e obstruções;
3. Excesso de lodo;
4. Distribuição do esgoto;
5. Acidificação do reator.

Lagoa Facultativa

1. Odor em lagoas anaeróbias;
2. Eutrofização em lagoas facultativas e de maturação;
3. Perda de eficiência;
4. Drenagem de lodo.

Operação em ETA e seus desafios

Mananciais:

1. Lançamento de esgoto; definição; eutrofização – cianobactérias/cianotoxinas; toxicidade; microcontaminantes.

Coagulação e Floculação

1. Conceito de coagulação e floculação;
2. Pontos de mistura;
3. Excesso de alumínio.

Ensaio de Jar Test

1. Variáveis de processo: pH, tipo de coagulante, gradiente de mistura, dosagem.

Água Final

1. Dosagem de Flúor – necessidade de monitoramento;
2. Cálculo de dosagem de flúor na água final;
3. Dosagem de Cloro, concentração máxima e residual na rede;
4. Manutenção de residual de cloro na ponta de rede;
5. Uso do Ortopolifosfato;
6. Riscos à saúde com a aplicação de polieletrólitos;
7. Atendimento a Portaria 888/202111. Parâmetros físico químicos, parâmetros microbiológicos, monitoramento do manancial;
8. LARS e outras exigências legais.

Desinfecção

1. Finalidade;
2. Riscos à saúde com a aplicação de polieletrólitos;
3. Cloro e seus derivados;
4. Tipos de aplicação: pré, inter e pós-oxidação;
5. Geração de subprodutos;
6. Degradação do hipoclorito;
7. Criptosporidium/ Giardia e EBA;
8. Coliformes total e fecal;
9. Formação de cloro combinado.

Sistema de Filtros

1. Monitoramento do filtro;
2. Tipos de material de “enchimento”;
3. Bloco Leopold,
4. Retrolavagem dos filtros;
5. Emprego de ar para expansão do leito filtrante;
6. Bola de lodo no decantador, como resolver;
8. Necessidade de manter turbidez menor que 0,5 NTU na água filtrada.

Produção de Lodo e Destinação Final

1. Caracterização, quantificação e destinação do lodo gerado em ETAs;
2. Envio de lodo de ETA para ETEs (vantagens econômicas e riscos associados);
3. Avaliação de decantação convencional e de alta taxa;
4. Taxa de aplicação superficial;
5. Cálculo de dosagem coagulante/polímeros para o condicionamento do lodo;
6. métodos de ensaio para escolha de coagulante/polímero;
7. Definição de limpeza do decantador, distúrbios na viscosidade da água decantada e aparecimento de “nuvem” de lodo.

ETEs Compactas e as novas tecnologias

1. Conceito de Estação de tratamento de Esgoto:
  1.1 Finalidade;
2. Estações de Tratamento de Esgoto Compactas:
2.1 Premissas;
2.2 Características.
3. Tratamento preliminar:
3.1 Gradeamento e caixa de areia;
3.2 Caixa separadora água-óleo (caixa de gordura);
3.3 Flotador por ar dissolvido.
4. Equalizadores;
5. Tratamento secundário;
6. Tratamento terciário
7. Processos de tratamento aplicados em ETEs Compactas:
7.1 Lodos ativados; MBBR/IFAS; UASB; conjugados;
7.2 Contexto de cada processo: características operacionais.
8. Geração de água de reúso:
8.1 Qualidade em função da aplicação;
9. Desinfecção do efluente final:
9.1 Principais agentes oxidantes empregados
1. Atendimento à legislação:
  1.1 Monitoramento analítico;
  1.2 Monitoramento do processo.
2. Produção e manejo do lodo:
  2.1 Expectativa de geração de lodo por processo;
  2.2 Impactos na retirada de lodo no processo;
  2.3 Etapas do tratamento de lodo;
  2.4 Destinação final.
3. Consumo de energia:
  3.1 Expectativa de consumo de energia por processo;
  3.2 Possibilidade de redução de gastos.

Ozônio para Tratamento de Águas

1. Noções básicas do ozônio: história, uso do ozônio, mercado, química envolvida segurança no uso;
2. Sistema de ozônio: alimentação (tipos de oxigênio) e geradores de ozônio;
3. Sistema de ozônio: tanque de contato, injetores, água de resfriamento, periféricos;
4. Dosagens, formação de subprodutos, exemplos práticos.

Lodo Granular Aeróbio: Startup, Operação e Desafios

1. Esgoto – necessidade de tratamento

2. Recuperação de recursos

3. Sistemas compactos

4. Remoção de nutrientes:
  4.1 Nitrogênio: nitrificação e desnitrificação;
  4.2 Fósforo: remoção biológica de fósforo – organismos acumuladores de fósforo.
5. Lodo Granular Aeróbio
  5.1 Principais microrganismos presentes;
  5.2 Hipóteses sobre a granulação;
  5.3 Importância do EPS
  5.4 Fatores que afetam a granulação:
    5.4.1 Sedimentação
    5.4.2 Relação A/M
    5.4.3 Período Fast/Famine
    5.4.4 Sedimentação
    5.4.5 Sedimentação
    5.4.6 Idade do lodo
    5.4.7 Intensidade de aeração
    5.4.8 Ciclo do sistema
    5.4.9 EPS
  5.5 Startup de plantas
  5.6 Instabilidade no lodo granular
  5.7 Recuperação de recursos
  5.8 ETEs de lodo granular aeróbio no Brasil
  5.9 Designer e Operação
  5.10 Dimensionamento básico

NOSSA META

OBJETIVO DO CURSO

Combo ETA/ETE garante acesso a todos os cursos sobre Tratamento de Água (ETA) e Esgoto (ETE) da Ecoclass com super desconto. Lodos Ativados

Lodos Ativados
Parâmetros Analíticos ETA e ETE
Parâmetros Analíticos ETA e ETE
Ensaio de Tratabilidade e Portaria GM/SM 888/21
Ensaio de Tratabilidade e Portaria GM/SM 888/21
Controle de Odores em ETEs e EEE, com ênfase em Sistemas Anaeróbios (UASB)
Controle de Odores em ETEs e EEE, com ênfase em Sistemas Anaeróbios (UASB)
Problemas Operacionais em ETE
Problemas Operacionais em ETE
Operação em ETA e seus desafios
Operação em ETA e seus desafios
ETEs Compactas e as novas tecnologias
ETEs Compactas e as novas tecnologias
Ozônio para Tratamento de Águas
Ozônio para Tratamento de Águas
Lodo Granular Aeróbio: Startup, Operação e Desafios
Lodo Granular Aeróbio: Startup, Operação e Desafios

145H DE MUITA IMERSÃO

Conheça os Benefícios

Aulas gravadas

90 dias de acesso. Acesse a partir do computador, celular, tablet e outros dispositivos.

Certificado de conclusão

Com base na Lei nº 9.394/96; Decreto nº 5.154/04; Deliberação CEE 14/97 (Indicação CEE 14/97).

Avaliação

Para liberação do Certificado afim de testar seu conhecimento adquirido.

Conteúdo Atualizado

Conteúdo revisado e sempre atualizado para melhor aproveitamento.

Grupo exclusivo do curso

Grupo exclusivo no curso no Telegram e WhatsApp para dúvidas, bate-papo e networking.

Instrutores

Conheça nossos Especialistas

Dr. Fábio Campos

Biólogo, Mestre em Engenharia Sanitária pela Escola Politécnica da USP (EPUSP – 2003), Doutor em Ciências pela Faculdade de Saúde Pública da USP (FSP-USP – 2014) e com Pós-Doutorado pela Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP (EACH-USP – 2018). Especialista na área de Tratamento de Águas Residuárias e de Abastecimento, com atuação em partida, operação e monitoramento de estações de tratamento de águas residuárias com foco nas tecnologias de Lodos Ativados (e suas variantes – Alta Taxa, Aeração Prolongado e Convencional; UCT), Processos Anaeróbios (UASB), MBBR/IFAS e Tecnologias Verdes (wetlands construídas, vermifiltro etc..); responsável técnico pelo Laboratório de Saneamento do Departamento de Engenharia Hidráulica e Ambiental da EPUSP, possuindo conhecimento teórico/técnico em análises e ensaios laboratoriais; coordenador da Câmara Setorial de Filtros para Estações de Água, Efluentes e Reúso (CSFETAER); atuação como docente MS3 contratado na Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP (EACH-USP), no curso de Gestão Ambiental (2016-2018); no curso técnico em Meio Ambiente no SENAC (2004-2018), no ensino médio, na disciplina de Biologia (1998-2016).

Dr. Helvécio Sena

Possui Doutorado em Hidráulica - Saneamento Básico pela Universidade de São Paulo (2011). Tem experiência na gestão de processos de tratamento por lodos ativados, digestão anaeróbia e lagoas de tratamento anaeróbias e facultativas, e também na melhoria de processo aplicando a tecnologia MBBR. Possui desenvoltura em simulação numérica de processo de tratamento visando melhorias e utilizando a capacidade plena da unidade, simulação de compostos orgânicos e inorgânicos tóxicos que são enviados ao tratamento, além de experiência nos modelos matemáticos GPS-X e Toxchem+. Realiza avaliação do sistema de tratamento através de análises microbiológicas. Tem larga experiência na avaliação de efluentes industriais visando a tratabilidade do mesmo em lodos ativados. Fez implantações do Sistema de Gestão Ambiental - ISO 14001, coordenando equipes de trabalho operacionais e áreas de apoio. Desenvolveu projeto de implantação desse sistema em sete unidades, das quais três foram certificadas. Possui experiência na implantação do Sistema de Gestão de Qualidade em Laboratórios - ISO 17025, coordenando equipes de trabalho em cinco unidades. Realizou controle de odores em sistemas de tratamento de esgotos, incluindo o sistema de coleta. Também já realizou implantação de sistema de reúso não potável. Possui expertise em pesquisas orientadas ao tratamento de esgotos, aplicando técnicas inovadoras como respirometria, cromatografia gasosa e análises de carbono orgânico.

O que nossos alunos dizem

Curso fantástico, palestrantes, equipe de apoio e participantes em sintonia e com muita experiência, e o melhor, todos dispostos à dividir seus conhecimentos. Muito obrigado pela semana de muito aprendizado.

Marcos Buffo

SABESP

Maravilhoso. É meu segundo curso, mas desta vez tivemos superação, muitas dúvidas sanadas.

Márcio Pereira Barboza

Grupo CRM

Parabéns a todos. Realmente um curso de primeiro mundo. Tenho ao longo dos meus 43 anos de idade de SABESP participado de muitos cursos e treinamentos, inclusive com celebridades da área do saneamento e posso afirmar com toda certeza que vocês estão no mesmo nível e até superam em várias questões os papas. Agradeço imensamente pela consideração e oportunidade. Com certeza vou indicar o curso de vocês aqui na SABESP e fora dela também.

Carlos Preto Cardoso

SABESP

Lembre-se que a EcoClass

A maior empresa de cursos/treinamentos para o Saneamento do Brasil

Os maiores especialistas da área

Material de apoio atualizado e de extrema qualidade

12X DE
R$
189
,40

ou R$1831

,31 à vista.